O que será que fiz de errado?
Falei quando deveria me calar?
Bati quando era para apanhar?
Larguei quando deveria ter segurado.
O que será que aconteceu?
Corrigir quando era para ignorar!
Encenei quando era realidade?
Vivi quando era para atuar?
O consciente está pesado
O inconsciente está acusando
O corpo está tremendo
Na mão não se tem mais sangue.
Desculpa,
Não era para ser assim!
Eu não queria essa lembrança
Mas ela insiste...
Eu... Eu vou tentar dormir.
E se o sono não vier
Eu vou me embriagar!
E amanhã eu começo
Outra história...
13 de dez. de 2011
3 de dez. de 2011
Ceder
Guardei minha batuta,
Aposentei meus instrumentos.
Virei pião de obra!
Não lido mais com sentimentos.
Misturo barro, areia,
Brita e cimento.
Batendo lata d’água
Nas costas,
Esse é só o aquecimento
Desta vez só ouço o som
Produzido através do atrito
Das pedras com a enxada.
Nada de naipes estridentes,
Nada de cordas trinado,
Nada de madeiras reclamando!
Nada de percussionistas malhado!
Agora só ouço o som
Dos pingos do meu suou
Ao encontra-se com o solo
Aquecido como fogo
Pelo o sol do Meio dia.
Aposentei meus instrumentos.
Virei pião de obra!
Não lido mais com sentimentos.
Misturo barro, areia,
Brita e cimento.
Batendo lata d’água
Nas costas,
Esse é só o aquecimento
Desta vez só ouço o som
Produzido através do atrito
Das pedras com a enxada.
Nada de naipes estridentes,
Nada de cordas trinado,
Nada de madeiras reclamando!
Nada de percussionistas malhado!
Agora só ouço o som
Dos pingos do meu suou
Ao encontra-se com o solo
Aquecido como fogo
Pelo o sol do Meio dia.
27 de set. de 2011
Por quê?
É tão difícil agradar o mundo!
Tenho tentado ser gente boa
Tenho tentado é serio!
Mas, a vida é um mistério!
Quanto mais você estende a mão
Mais tu fica vulnerável!
Aquele que tu apoio?
Que te chamas de irmão?
É quem ti golpeia...
Fazendo da confiança
Sua arma mais poderosa.
Roubam-te covardemente,
Dissimuladamente, mentem...
Se fingindo de inocente.
Ainda te Chamam de chato!
Quando tu reclamas do errado.
Abomino os covardes
Pois, se utilizam da boa fé
Dos que inocentemente,
Só deseja-lhes o bem.
O mundo está perdido.
Meu Deus!
Não me deixe
Morrer com essa
Angustia me consumindo.
Tenho tentado ser gente boa
Tenho tentado é serio!
Mas, a vida é um mistério!
Quanto mais você estende a mão
Mais tu fica vulnerável!
Aquele que tu apoio?
Que te chamas de irmão?
É quem ti golpeia...
Fazendo da confiança
Sua arma mais poderosa.
Roubam-te covardemente,
Dissimuladamente, mentem...
Se fingindo de inocente.
Ainda te Chamam de chato!
Quando tu reclamas do errado.
Abomino os covardes
Pois, se utilizam da boa fé
Dos que inocentemente,
Só deseja-lhes o bem.
O mundo está perdido.
Meu Deus!
Não me deixe
Morrer com essa
Angustia me consumindo.
21 de jul. de 2011
Conto do Conto
Conto de mim
Um pouco no conto
Que há muitos anos
Estava esquecido
Abro esse conto
Que estava no canto
Entre outras coisas
Que lá coloquei
Mais o conto
Que eu conto
Só por acaso
Eu o encontrei
Amarelado,
Folha amassada,
O tempo passou...
Porém foi relendo
Aquele meu conto
De anos atrás
Que percebi
Ser necessário
Rever lá no canto
Algo que é meu
Pois, mesmo velho,
Ultrapassado...
Nas suas paginas
Pude me encontrar...
E enfim dizer:
“Uffa”! Esse sou eu!
Um pouco no conto
Que há muitos anos
Estava esquecido
Abro esse conto
Que estava no canto
Entre outras coisas
Que lá coloquei
Mais o conto
Que eu conto
Só por acaso
Eu o encontrei
Amarelado,
Folha amassada,
O tempo passou...
Porém foi relendo
Aquele meu conto
De anos atrás
Que percebi
Ser necessário
Rever lá no canto
Algo que é meu
Pois, mesmo velho,
Ultrapassado...
Nas suas paginas
Pude me encontrar...
E enfim dizer:
“Uffa”! Esse sou eu!
31 de mai. de 2011
Ela é
Doce,
Reluzente,
Misteriosa,
Fascinante.
Solicita
Laços de
Sinceridade.
É assim a música
Perante os
Os seus amantes.
Do, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si
Reluzente,
Misteriosa,
Fascinante.
Solicita
Laços de
Sinceridade.
É assim a música
Perante os
Os seus amantes.
Do, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si
24 de mai. de 2011
Delírio
O Silencio da meia noite
Emudece meu falar
Enaltece minha critica
Aguça meu paladar
A crise vira reflexão
O sono vira insônia
O computador confessionário
O teclado meu companheiro
A tela minha esperança
A noite transforma-se em dia
Sem que eu adormeça
Mais uma vez fiquei acordado
Enquanto o resto roncava
Mas uma vez fiz poemas
Sem um pingo de sentido
Meu universo está pedido
Pretendo repensá-lo.
Emudece meu falar
Enaltece minha critica
Aguça meu paladar
A crise vira reflexão
O sono vira insônia
O computador confessionário
O teclado meu companheiro
A tela minha esperança
A noite transforma-se em dia
Sem que eu adormeça
Mais uma vez fiquei acordado
Enquanto o resto roncava
Mas uma vez fiz poemas
Sem um pingo de sentido
Meu universo está pedido
Pretendo repensá-lo.
Dilemas e perguntas
O que dizer nas horas mais triste
Hora em que não se admite
Falar só por falar?
O que pensar
Quando o pensar já não interessa
E não há nada que o impeça
Prosseguir sem viajar?
O que fazer
Quando já não há nada
Que não se tenha feito
Quando o ser deixou de ser sujeito
Pra viver a questionar?
Não dou respostas
Pois são perguntas
Meio mundo de palavras juntas
Formando três incógnitas.
Hora em que não se admite
Falar só por falar?
O que pensar
Quando o pensar já não interessa
E não há nada que o impeça
Prosseguir sem viajar?
O que fazer
Quando já não há nada
Que não se tenha feito
Quando o ser deixou de ser sujeito
Pra viver a questionar?
Não dou respostas
Pois são perguntas
Meio mundo de palavras juntas
Formando três incógnitas.
Alternativas para perguntas
Existem casos
Em que não se dar respostas,
Sugerem-se alternativas
Juntando meia dúzia de palavras.
Quando se está triste
Às vezes não se quer ouvir.
Talvez o silêncio...
Supra nesse momento
As mais de mil palavras
Que julgavas necessário proferir...
O agir sem pensar, nem sempre é prudente
Contudo, só pensar e não agir,
É viajar sem rumo
Ou seja, és como
Uma casa feita sem prumo.
Quando pesamos
Que já fizemos tudo.
Deixamos de pensar
Em novas possibilidades.
Passamos a questionar
O que já fora feito.
Em que não se dar respostas,
Sugerem-se alternativas
Juntando meia dúzia de palavras.
Quando se está triste
Às vezes não se quer ouvir.
Talvez o silêncio...
Supra nesse momento
As mais de mil palavras
Que julgavas necessário proferir...
O agir sem pensar, nem sempre é prudente
Contudo, só pensar e não agir,
É viajar sem rumo
Ou seja, és como
Uma casa feita sem prumo.
Quando pesamos
Que já fizemos tudo.
Deixamos de pensar
Em novas possibilidades.
Passamos a questionar
O que já fora feito.
13 de mai. de 2011
A Chuva
O silencio foi quebrado
Com os pingos no telhado.
O poço amanheceu cheio.
A chuva havia caído a note inteira.
Há muito não se tinha tanta fartura,
Há muito não se via tanta alegria
A noite foi fria,
O dia continuou nublado,
Mas o clima não era pesado
Pelo contrário,
O rosto das pessoas resplandecia
O brilho antes ofuscado.
A chuva foi esperança,
O brilho seu resultado.
A chuva é esperança
Na seca dos condenados.
Com os pingos no telhado.
O poço amanheceu cheio.
A chuva havia caído a note inteira.
Há muito não se tinha tanta fartura,
Há muito não se via tanta alegria
A noite foi fria,
O dia continuou nublado,
Mas o clima não era pesado
Pelo contrário,
O rosto das pessoas resplandecia
O brilho antes ofuscado.
A chuva foi esperança,
O brilho seu resultado.
A chuva é esperança
Na seca dos condenados.
12 de mai. de 2011
Por um Fio
Testemunho a velocidade com que passam as coisas
Testemunho a ferocidade no desenrolar das coisas
Vivencio o desafio de viver em paz
De lutar contra aquilo cujo medo de perder é maior.
Perdi o dom de sentir piedade
Acostumaram-me a aceitar os desatinos como naturais
A guerra, a fome a violência entopem nosso cotidiano
E isso não é mais incomodo para a maioria dos seres
Que se auto denominam humanos.
Já não sei mais conceituar liberdade!
Chega de pensar que sou bom
A verdade precisa ecoar
Ninguém está livre do contagio.
O cheiro podre da banda podre
De uma parcela podre de nossa sociedade
Estar a contaminar toda nação
E não tem mais salvação
Alias, se queres salvar o mundo
Morra! E leve contigo tudo que julgares
Próprio para a cura de quem quer que seja,
Pois, a inversão de valores, certamente,
Os transformará em armas
E tu morrerás do mesmo jeito.
Testemunho a ferocidade no desenrolar das coisas
Vivencio o desafio de viver em paz
De lutar contra aquilo cujo medo de perder é maior.
Perdi o dom de sentir piedade
Acostumaram-me a aceitar os desatinos como naturais
A guerra, a fome a violência entopem nosso cotidiano
E isso não é mais incomodo para a maioria dos seres
Que se auto denominam humanos.
Já não sei mais conceituar liberdade!
Chega de pensar que sou bom
A verdade precisa ecoar
Ninguém está livre do contagio.
O cheiro podre da banda podre
De uma parcela podre de nossa sociedade
Estar a contaminar toda nação
E não tem mais salvação
Alias, se queres salvar o mundo
Morra! E leve contigo tudo que julgares
Próprio para a cura de quem quer que seja,
Pois, a inversão de valores, certamente,
Os transformará em armas
E tu morrerás do mesmo jeito.
10 de mai. de 2011
Saudades
Como por magia
Encontrei-me de imediato
Ao rever as fotos, os seus retratos,
Quanta coisa veio à mente.
O me esquentar a beira do fogão a lenha
O cuscuz com carne que só a senhora fazia
O puxão de orelha quando eu merecia
As traquinagens de criança!
As águas que busquei,
As corridas de jegue que provoquei,
As quedas que levei!
Aquela vez que me cortei...
O medo de passar em frente a cemitério
A senhora dizer não tem mistério.
O cafuné que me fazia dormir na casa de farinha
Enfim, os anos passam, mas as pequenas coisas
E as grandes pessoas como você didinha, (vó)
Nunca hão de passar, desparece a matéria,
Mas seu espírito bondoso estará sempre conosco.
Saudades e agradecimento
É tudo que estou sentindo nesse momento.
Encontrei-me de imediato
Ao rever as fotos, os seus retratos,
Quanta coisa veio à mente.
O me esquentar a beira do fogão a lenha
O cuscuz com carne que só a senhora fazia
O puxão de orelha quando eu merecia
As traquinagens de criança!
As águas que busquei,
As corridas de jegue que provoquei,
As quedas que levei!
Aquela vez que me cortei...
O medo de passar em frente a cemitério
A senhora dizer não tem mistério.
O cafuné que me fazia dormir na casa de farinha
Enfim, os anos passam, mas as pequenas coisas
E as grandes pessoas como você didinha, (vó)
Nunca hão de passar, desparece a matéria,
Mas seu espírito bondoso estará sempre conosco.
Saudades e agradecimento
É tudo que estou sentindo nesse momento.
28 de abr. de 2011
Culto aos sentimentos
Como é terrível viver tudo isso sozinho
No peito um aperto, na barriga um friozinho.
Chego até a pensar que é sofrimento
Não poder compartilhar um sentimento.
Em tempos de liberdade
É anormal sentir saudades
No ápice da comunicação
Vivo eu na solidão.
Disfarce do está tudo bem.
Olhar para o nada e não ver ninguém
E daí me perguntar. O que estou Fazendo?
Do que é que estou vivendo?
Alimentando-me de mensagens impensadas?
Atribuindo-lhes sentenças imaculadas?
Sonhando acordado nos dias e nas madrugadas.
Enfim! Vou vivendo, feito peixes, respirando dentro d’água.
No peito um aperto, na barriga um friozinho.
Chego até a pensar que é sofrimento
Não poder compartilhar um sentimento.
Em tempos de liberdade
É anormal sentir saudades
No ápice da comunicação
Vivo eu na solidão.
Disfarce do está tudo bem.
Olhar para o nada e não ver ninguém
E daí me perguntar. O que estou Fazendo?
Do que é que estou vivendo?
Alimentando-me de mensagens impensadas?
Atribuindo-lhes sentenças imaculadas?
Sonhando acordado nos dias e nas madrugadas.
Enfim! Vou vivendo, feito peixes, respirando dentro d’água.
25 de abr. de 2011
O Eu – lírico Confuso
Lembrar dos momentos felizes
Ameniza a agonia nos dias tristes.
Rir nesses momentos,
Aguça os meus pensamentos.
Lagrimas pode até cair
A fala pode não sair
Rapidamente, porém,
Alguém vem nos acudir.
Lenços, palavras e conselhos.
Amor a nos oferecer.
Rejeito, pois, não tem jeito
A vida nos leva a aprender.
Lagrima, Alegria e Razão. Ah!
Tudo isso é tão confuso,
Por isso, inerente ao nosso mundo.
Ameniza a agonia nos dias tristes.
Rir nesses momentos,
Aguça os meus pensamentos.
Lagrimas pode até cair
A fala pode não sair
Rapidamente, porém,
Alguém vem nos acudir.
Lenços, palavras e conselhos.
Amor a nos oferecer.
Rejeito, pois, não tem jeito
A vida nos leva a aprender.
Lagrima, Alegria e Razão. Ah!
Tudo isso é tão confuso,
Por isso, inerente ao nosso mundo.
Lamento. Acredito. Renovo e Almejo
Lamento não ser a pessoa ideal.
Lamento a distância não só espacial.
Lamento o perigo que me deixa nervoso.
Lamento o destino não ser generoso.
Acredito que sim,
Acredito que se queremos?
Acredito que podemos.
Acredito no poder do olhar.
Renovo as esperanças,
Renova em me a criança
Renova a capacidade
Renova e renasce a cumplicidade.
Almejo te conquistar
Almejo ao menos uma resposta.
Almejo que digas sim
Almejo tê-la pra mim.
Lamento a distância não só espacial.
Lamento o perigo que me deixa nervoso.
Lamento o destino não ser generoso.
Acredito que sim,
Acredito que se queremos?
Acredito que podemos.
Acredito no poder do olhar.
Renovo as esperanças,
Renova em me a criança
Renova a capacidade
Renova e renasce a cumplicidade.
Almejo te conquistar
Almejo ao menos uma resposta.
Almejo que digas sim
Almejo tê-la pra mim.
13 de jan. de 2011
FILARMÔNICA JUVENIL RIO DO OURO COMEMORA 14 ANOS DE HISTÓRIAS

Aos treze dias do mês de Janeiro de 1997 reuniram-se no espaço “Edmundo Isidoro dos Santos”, o Centro Cultural de Jacobina, alguns músicos, aprendizes de música e pessoas amantes da cultura Jacobinense, com intuito de concretizarem a idéia de alguns músicos que há dias haviam procurado o Senhor Amado Honorato de Oliveira para pedi-lhe seu apoio e ajuda na criação de uma escola de música e, consequentemente, na formação de uma nova Filarmônica em Jacobina-BA.
Portanto, há exatos 14 anos fora sacramentada a criação da Filarmônica “JUVENIL RIO DO OURO” de Jacobina–BA, há época presidida e regida sob a batuta do saudoso Maestro Amado Honorato de Oliveira. Além, do seu corpo diretório formado pelo direto técnico e professor de música o Sr. Gilson Francisco de Jesus e, diretor administrativo Sr. Aurélio da Silva Carmo.
Hoje, a Filarmônica JUVENIL RIO DO OURO está, provisoriamente, sediada no prédio da Sociedade “Aurora Jacobinense”. Espaço aonde vem sendo continuado o sonho dos presentes na reunião de fundação da filarmônica, que era o de oferecer o ensino de música gratuito a quem desejar aprender essa “arte divina”.
Nesse sentido, está instituição filantrópica conta com o apoio da sociedade Jacobinense, do governo do estado da Bahia através dos programas “Ponto de Cultura” e Fomento às Filarmônicas da Bahia, sendo com isso, possível manter um professor de música e três monitores, os quis ajudam na formação de novos músicos para Jacobina e por que não dizer para o mundo.
A RIO DO OURO, atualmente tem sua diretoria formada pelo presidente Sr. Joel de Jesus Cruz, diretor técnico Sr. Magno Luiz Araujo e diretora administrativa e financeira Sra. Eliana Oliveira Nunes, além do conselho fiscal constituído de cinco membros e demais abnegados que acreditam na música como forma de construção de um cidadão melhor.
E, é por isso, que festejamos e rendemos homenagens a todos que passaram e estão na luta diária para manter viva essa tradição herdada por nós há séculos. PARABNÉNS FILARMÔNICA JUVENIL RIO DO OURO!
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